George Simens foi o fundador do
conectivismo e o primeiro teórico que
procurou juntar o fisico ao virtual.
O foco da teoria do conectivismo de
Siemens, é de ver a aprendizagem não como um processo inteiramente sob o
controlo do indivíduo, interna, mas sim como algo que está fora de nós, dentro
de outras pessoas, numa organização ou artefactos em conexões externas. Siemens
defendia que a aprendizagem é
multifacetada, orientada e determinada pela tarefa.
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Na sua obra Knowing Knowledge (2006), Siemens procurou clarificar e detalhar melhor este carácter multidimensional e complexo da aprendizagem, distribuindo-a por quatro domínios a saber:
• Transmissão – o aprendente e exposto
a um conhecimento estruturado, através de palestras e cursos inseridos num
sistema.(Tradicional);
• emergência – da destaque a reflexão e a
cognição onde o aprendente adquire, cria e internaliza o conhecimento;
• aquisição – é exploratória e baseada
na inquirição. O aprendente é que define o conhecimento que necessita e
participa activamente no processo de modo a garantir a sua motivação e
consecução dos seus interesses pessoais;
• acreção – é contínua. Enquanto função de ambiente o aprendente
procura o conhecimento quando e onde ele é necessário.
Teoria
da Tridimensionalidade de John Verduin e Thomas Clark
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A teoria da Tridimensionalidade tem como conceitos fundamentais: Diálogo/Suporte; Estrutura/ Especialização; e Competência/Autonomia.
Este modelo teórico contempla tanto a educação de adultos preconizada por Moore e Garrison como amplia o alcance da prática do EAD.
Esta teoria apresenta três dimensões teóricas a saber:
1ª dimensão: Diálogo/Suporte – Consideram que o fundamento principal do diálogo é o suporte ao estudante, que varia de simples instrução das tarefas a serem realizadas à uma estrutura mais profunda como forma de motivá-lo.
2ª dimensão:
Estrutura/Especialização – Para estes autores o conceito de estrutura é
inseparável do conceito de competência ou especialização. Eles referem que grau
de competência numa determinada área, especialização, tanto pode ocorrer numa
situação de ensino convencional, como no EAD, resultando essencialmente da experiência
do aprendiz, o qual por sua vez, é função do grau de estruturação dos conteúdos
3ª dimensão:
Competência/Autonomia – estes autores partem do ponto de vista da teoria
de Moore sobre a autonomia do aprendiz, extrapolando–a para situações em que o
aprendiz se encontra num ambiente de auto–aprendizagem.
Tanto a teoria do Siemens como a teoria de Verduin e Clark, vieram a contribuir para a Pedagogia do E-Learning, ao valorizarem a auto-aprendizagem do aluno e as conexões externas.O seu impacto é nas tarefas e aprendizagem do aluno.
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